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  • James: PROCURO PROFESSOR DE VIOLÃO PARA NITERÓI, RJ; jamesplushcore@hotmail.com

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Afinando um Violão

por: Samuel Huh

Pra quem não tem paciência de ler o artigo todo, aqui vão as 7 dicas:

Um violão possui seis cordas, numeradas da mais aguda para a mais grave. Cada corda possui uma nota na qual é afinada, que foi o resultado de uma herança dos instrumentos antecessores do violão, como o Alaúde Renascentista e a Guitarra Barroca. No processo histórico de conseguir uma relação entre as cordas que propiciasse equilíbrio entre graves e agudos, boa sonoridade, facilidade de tocar e que fosse possível num instrumento com as dimensões do violão, chegamos à seguinte configuração:

(1) Mi, (2) Si, (3) Sol, (4) Ré, (5) Lá, (6) Mi.

Essa seqüência é uma seqüência consagrada e estabilizada há mais de dois séculos, fruto de muitos séculos anteriores de experimentação.

Além disso, o violão possui um braço onde estão colados trastes de metal, posicionados para variar cada uma dessas cordas de semitom em semitom, ou seja, dentro da escala musical ocidental. Mas, como vimos, deve-se definir que tipo de “ajuste” essa escala possui. E, no violão, esse ajuste é o do temperamento igual.

Existem muitos equívocos que podem ser cometidos ao tentar afinar um violão. Por isso, vamos listar algumas observações importantes:

1) Não afinar o que não deve ser afinado

A escala do instrumento, a posição dos trastes no braço, foi dimensionada para ser uma escala temperada, num sistema de temperamento igual. Ou seja, exceto as oitavas, todos os demais intervalos devem ficar desafinados. Se você afinar perfeitamente uma terça, por exemplo, de acordo com os intervalos naturais, alguns dos outros intervalos vão ficar insuportáveis.

Ao tocar um acorde de Mi Maior, e tentar afinar a terceira corda para o Sol sustenido soar perfeitamente, isso vai geral maiores desafinações em outros acordes. A terça natural é 0,8% mais grave que a temperada. Ou seja, a terceira corda vai ficar mais grave do que deveria.

2) Usar apenas uma corda de referência

Uma outra consideração é que é necessário usar sempre uma mesma corda base para afinar as demais.

Por um motivo simples: não propagar o erro.

Digamos que você tome como base a sexta corda, e resolva afinar as outras. Para isso, usa aquele método famoso e muito difundido: apertar a 6ª corda na casa 5 e comparar com a 5ª corda. Depois, apertar a 5ª corda na casa 5 e comparar com a 4ª corda. Apertar a 4ª na casa 5 e comparar com a 3ª corda. A 3ª corda na casa 4 e comparar com a 2ª. E, finalmente, apertar a 2ª corda na casa 5 e comparar com a 1ª. Porém, esse método é altamente desaconselhado.

Ao afinar cada corda com base na anterior, você corre o risco de propagar qualquer erro cometido de uma corda para outra. E mesmo acumular erros a ponto de gerar uma grande desafinação no final.

O ideal é usar uma única corda de referência, e comparar todas as demais a ela. Vamos descrever dois métodos de afinação adequados, dentre diversos possíveis:

1º Método) - Afinar a 5ª corda, Lá, através de um diapasão, ou de alguma referência externa confiável.
Corda 6: afinar a 6ª corda (Mi grave) presa na casa 5, comparando com a 5ª corda solta.
Corda 4: afinar a 4ª corda solta, comparando com a 5ª corda presa na casa 5.
Corda 3: afinar a 3ª corda presa na casa 2, comparando com a 5ª corda solta (ou com o seu harmônico oitavado da casa 12).
Corda 2: afinar a 2ª corda solta, comparando com a 5ª corda presa na casa 2 (ou com o seu harmônico oitavado produzido na casa 14 mantendo a casa 2 apertada).
Corda 1: afinar a 1ª corda presa na casa 5, comparando com a 5ª corda solta (ou com o seu harmônico oitavado produzido na casa 5).

2º Método) - Afinar a Corda 1 presa na casa 5, através de um Lá de referência externa confiável.
Corda 2: afinar a 2ª corda pelo harmônico na casa 12, comparando com a 1ª corda presa na casa 7.
Corda 3: afinar a 3ª corda pelo harmônico na casa 12, comparando com a 1ª corda presa na casa 3.
Corda 4: afinar a 4ª corda pelo harmônico na casa 5, comparando com a 1ª corda presa na casa 10.
Corda 5: afinar a 5ª corda pelo harmônico na casa 5, comparando com a 1ª corda presa na casa 5.
Corda 6: afinar a 6ª corda pelo harmônico na casa 5, comparando com a 1ª corda solta.

Dessa forma, temos uma afinação teoricamente correta, usando uma única corda de referência. Além disso, são respeitados outros princípios importantes: utilizar somente harmônicos de oitava e nunca comparar duas cordas presas. Mas talvez ainda seja necessário fazer ajustes, devido à deformação das cordas.


3) Fazer ajustes devido à deformação das cordas (se necessário)

Teoricamente, afinando como explicado acima, teríamos os intervalos da escala temperada, todos imperfeitos em relação aos naturais, mas suportáveis, exceto o intervalo de oitava que é perfeito. Porém, mesmo usando todos esses conhecimentos, existe um fator de complicação a mais, que pode nos obrigar a fazer pequenos ajustes: a deformação que as cordas sofrem ao serem apertadas.

Essa deformação gera desvios muitas vezes imprevisíveis, e exige que sejam analisados caso a caso de acordo com a corda e o instrumento que se possui.

Reparem que, quando soltas, as cordas possuem comprimentos iguais, delimitados pela pestana e pelo rastilho do violão. Porém, ao apertarmos uma delas, a estamos esticando, tornando-a um pouquinho mais comprida. Algumas cordas, como a sexta, ficam a uma distância maior do braço do violão do que outras. E, quando apertadas, esticam mais.

A primeira corda sofre menos deformação que a sexta, por esse mesmo motivo. Mas, cada corda pode se comportar diferentemente na sua deformação também pelo fato de terem espessuras, afinações e composições diferentes.
As cordas do violão são de espessuras e materiais diferentes. Algumas têm cobre, outras somente nylon. Isso quando não se usa cordas de aço, carbono ou tripa. Mesmo os nylons podem ter composições químicas um pouco diferentes. E isso faz com que cada corda tenha um comportamento diferente ao ser apertada e consequentemente deformada.

A terceira corda (Sol), de nylon, é famosa por ser difícil de afinar. Se afinarmos a corda solta exatamente no Sol temperado, as notas em posições mais agudas nessa corda podem soar com afinação alta demais devido à deformação. Daí, pode-se solucionar isso abaixando um pouco a afinação da corda Sol. De certa forma, pra alguns acordes como o Mi Maior na primeira posição, isso também vai aliviar a diferença da terça Mi-Sol#, que é aguda demais na escala temperada. Mas pode prejudicar outros que precisem da corda Sol solta.

4) Não comparar duas cordas presas

Pelo problema da deformação, não é indicado comparar duas cordas presas. Ao prendermos uma corda ela já se deforma de forma imprevisível. Ao prendermos duas, temos um problema ainda maior. O ideal é usar sempre uma corda solta e uma presa. Se usarmos duas cordas soltas e afinar pelo ouvido, a nossa tendência vai ser sair dos intervalos temperados. Se usarmos duas cordas presas, temos o problema descrito acima. Ao usar uma corda solta e uma presa, restringimos o problema da deformação, e utilizamos as notas do sistema temperado.

5) Tomar cuidado com harmônicos

Afinar por harmônicos, encostando o dedo de leve em certas posições da corda e fazendo soar notas da sua série harmônica, é extremamente perigoso. Estariam sendo utilizadas notas do sistema natural de uma corda, para afinar um instrumento no sistema temperado, causando uma grande mistura. Cada corda gera uma série harmônica diferente, e esses harmônicos não servem de base de comparação pra afinar. A única exceção seriam os harmônicos de oitava, que podem ser utilizados sem problema, pois as oitavas do sistema temperado são exatamente iguais às oitavas naturais.

Não seria adequado usar o harmônico da sétima casa, por exemplo. Esse harmônico gera uma quinta que é 0,1% mais aguda que a quinta temperada. Assim, se afinamos comparando os harmônicos da quinta e sétima casa, o que é uma pratica comum, temos um resultado impreciso.

Porém, é necessário observar que alguns músicos, cientes desse fato, utilizam essa afinação por harmônicos e quintas, reduzindo posteriormente os intervalos a fim de compensar esses 0,1% e voltar à afinação temperada. Seria uma forma de usar somente cordas soltas, evitando o problema da deformação. Porém, para isso, necessita-se de um ouvido refinado, pois o ajuste é de somente 0,1%. É um procedimento muito delicado, portanto.

6) Não tentar eliminar todos os batimentos

Quando dois sons operam em freqüências iguais, ou múltiplas, eles soam muito bem juntos. Porém, se existir algum pequeno desvio na afinação, você poderá ouvir uma espécie de oscilação no som ao tocar as duas notas juntas. Como se fosse uma sirene bem suave. Essa oscilação é chamada de batimento. Quando se ouvem batimentos, é sinal de que as notas estão desafinadas entre si.

Os batimentos podem ser muito úteis, pois é mais fácil ouvi-los, em alguns casos, do que perceber a desafinação entre duas notas. Aí, eliminando o batimento, eliminamos a desafinação.

No caso do violão, devido à escala temperada, só se pode usar os batimentos quando está se comparando duas notas iguais, ou oitavadas, Se quisermos eliminar os batimentos de um intervalo de quinta, por exemplo, estaremos desafinando os outros intervalos.

Ou seja, em todos os intervalos, menos nos uníssonos e nas oitavas, vão, e devem, haver batimentos. Mas contente-se que pelo menos nenhum vai uivar como um lobo!

7) Saber usar afinadores eletrônicos

Usar um afinador eletrônico para afinar as 6 cordas soltas seria teoricamente ideal. O afinador já está regulado pela escala temperada, e garantiria uma afinação precisa. Porém, existem dois problemas:

- Se uma música tem uma característica especial de exigir certos intervalos, e não exigir outros, pode ser teoricamente possível ajustar a afinação de alguns intervalos em determinadas posições do braço do violão para soarem mais naturais. Aí, o afinador não ajuda e é necessário usar somente o ouvido.

- A deformação das cordas pode exigir que um pequeno ajuste seja feito a fim de alinhar a afinação de forma geral. Aí, o afinador pode servir de base, mas será necessário fazer esse ajuste pelo ouvido.

Ou seja, é preciso saber usar o afinador dentro das limitações que ele possui. E tenha consciência de que será necessário um ocasional ajuste de acordo com o que se deseja na afinação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Chegamos à conclusão de que é impossível afinar perfeitamente um violão. Em primeiro lugar, porque a escala temperada é uma escala com diversas desafinações na sua própria concepção.

Em segundo lugar, porque a deformação das cordas vai acabar fazendo algumas notas saírem do ajuste ideal, mesmo temperado. Alguns instrumentos são construídos com trastes, rastilhos e pestanas posicionados de forma a tentar compensar essa deformação, o que é uma grande ajuda, mas não conseguem eliminar completamente esse problema.

Em terceiro lugar, o próprio instrumento pode ter problema de afinação. Para conferir se existe esse problema, compare os harmônicos da casa 12 com as notas presas nessa mesma casa. Se existir uma diferença consistentemente presente em todas as cordas, é sinal de que a construção do instrumento não foi precisa, ou que o braço está empenado, torto.

Afinar é saber pesar beleza e utilidade. Muitas vezes, temos que abrir mão de um pouco da primeira em prol da última. Ou seja, concordar em desafinar e tornar menos belos alguns intervalos a fim de poder utilizar o instrumento em determinadas situações. É uma solução de compromisso, que exige mais do que máquinas para se resolver, mas necessita de ponderação, maturidade musical, um bom ouvido e saber o que se quer buscar como resultado sonoro em cada situação.

Para ver o artigo completo no fórum de violão erudito, ver outros tópicos do mesmo autor, esclarecer qualquer tipo de dúvida relacionada ao violão com alguns dos maiores destaques nacionais e internacionais do violão em concertos, lecionando em faculdades e fabricando instrumentos - Clique Aqui!


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CONSONÂNCIA X DISSONÂNCIA

por: Roberto Lazaro

AFINAÇÃO TOTAL!

As notas la e mi são consonantes, ou seja, soam de forma agradável aos ouvidos.

Suas frequências são 440Hz e 660Hz, logo, existe uma razão (padrão identificável que se repete) entre elas.

660 = 440 x 1,5 - Através desta razão obtemos um espectro sonoro de padrão simétrico.

As notas la (440Hz) e la# (466Hz) são dissonates, pois, não é possível obter uma razão entre elas, desta forma ocorre um espectro sonoro de padrão assimétrico.

466 = 440 x 1,05909090909…. não ocorre um padrão identificável que se repita.

Leia mais sobre Consonância e Dissonância!


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Programa que Auxilia na Afinação do Violão

por: Roberto Lazaro

violao_afinador.jpg

Este software tem a função de auxiliar os iniciantes na afinação do violão. Para utilizar o mesmo, clique aqui para baixar o programa. Prossiga com a instalação, inicie o programa e toque a corda perto do microfone do computador, após deve-se girar a tarraxa referente á corda que deseja afinar para a direita ou esquerda conforme indicação do programa.

Observe que a imagem acima foi obtida quanto toquei a corda ré, ou seja, a corda número 4 ou quarta corda de baixo para cima, logo o programa está indicando que devemos afrouxar a corda o mínimo possível pois estamos perto da marcação ZERO na indicação D (corda em questão). Para afrouxar a corda gire a tarraxa, referente a corda, no sentido horário.

Hoje este software é pago, por isto estou disponibilizando a versão 1.02 que é um freeware, ou seja, grátis e totalmente funcional!

Veja outros modelos de ferramentas para auxiliar na afinação de instrumentos musicais!

Leia um artigo relacionado no Canto do Violonista.


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Encordoamento Augustine

por: Roberto Lazaro

Existem diversas variedades deste encordoamento que são designadas através dos nomes: Classic, Imperial e Regal para as cordas agudas ou primas, respectivamente da menos tensa para a mais tensa. Esses três tipos de cordas primas são vendidas em conjunto com quatro tipos de cordas graves ou bordões discriminados atráves das cores: Blue (corda mais grossa de cobre), Red (corda de cobre com calibre intermediário), Black (corda de cobre mais fina) e Gold (corda folheada a ouro, mais utilizada no flamenco). Abaixo as possíveis combinações disponíveis nas melhores lojas de música do mercado.

  • Encordoamento Augustine Classic Blue (Baixos Blue com agudos Classic).
  • Augustine Regal Blue sets (Baixos Blue com agudos Regal).
  • Augustine Imperial Blue sets (Baixos Blue com agudos Imperial).

  • Augustine Red Classic sets (Baixos Red com agudos Classic).
  • Augustine Regal Red sets (Baixos Red com agudos Regal).
  • Augustine Imperial Red sets (Baixos Red com agudos Imperial).

  • Augustine Black Classic sets (Baixos Black com agudos Classic).
  • Augustine Regal Black sets (Baixos Black com agudos Classic Regal).
  • Augustine Imperial Black sets (Baixos Black com agudos Classic Imperial).

  • Augustine Gold Classic sets (Baixos Gold com agudos Classic).
  • Augustine Regal Gold sets (Baixos Gold com agudos Regal).
  • Augustine Imperial Gold sets (Baixos Gold com agudos Imperial).

Por ser o melhor custo x benefício do mercado eu utilizo e recomendo estes encordoamentos, lembrando que as tensões discrimindas acima são diretamente relacionadas á tensão do instrumento. A preferência para os violões acústicos de boa qualidade utilizados no violão classico é a Augustine Regal Blue set. As cordas Regal podem ser encontradas separadamente por $3 em um site americano chamado Strings by Mail, 12 jogos completos de encordoamentos A. Regal Blue sai por $77 (R$12,00 cada - dolar a R$2,00), o frete para o este pacote chegar ao Brasil sai por $13 em média. Para produzir um timbre mais apurado recomendo utilizar as mesmas juntamente com os bordões Savarez Tensão Alta.

Fonte: http://www.albertaugustine.com/


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Espectro Sonoro

por: Roberto Lazaro

Espectro sonoro é a distribuição, no domínio das freqüências, do conjunto de todas as ondas que formam um som. O espectro é composto das amplitudes da freqüência fundamental e de cada um dos harmônicos ou parciais que soam junto à fundamental. O espectro de um som define sua forma de onda e é um dos componentes do timbre de uma voz ou instrumento musical.

Matematicamente, representa-se o espectro sonoro como uma série de Fourier, uma função no domínio das freqüências, em oposição à forma de onda que é uma função no domínio do tempo. Qualquer onda sonora, assim como qualquer outro fenômeno ondulatório, pode ser representado através de seu espectro. Um gráfico de espectro sonoro é composto de barras, cada uma delas representando a amplitude de uma das freqüências componentes do som analisado. Este tipo de gráfico é utilizado em equipamentos eletrônicos, tais como analisadores de espectro ou em equalizadores. No caso dos analisadores digitais, o cálculo é realizado através da Transformada Rápida de Fourier - FFT (Fast Fourier Transform), um algoritmo bastante eficiente que permite calcular o valor de uma transformada discreta de Fourier, em tempo real.

Leia mais para entender em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Espectro_sonoro


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Fundamental

por: Roberto Lazaro

Em acústica e música, Fundamental, é a mais baixa e a mais forte frequência componente da série harmônica de um som. Tecnicamente a fundamental corresponde ao primeiro harmônico.

A fundamental é responsável pela percepção da altura de uma nota, enquanto que os demais harmônicos participam da composição da forma de onda do som.

Por exemplo: A quinta corda do violão (lá) quando tocada solta emite a altura denominada (lá), porém, este som é o resultado do som emitido por um conjunto de harmônios presentes nos nós da corda lá. Sendo o harmônico lá o som fundamental.

Leia mais para entender em: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rie_harm%C3%B4nica


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Encordoamento Para Violão etc…

por: Roberto Lazaro

Por falar em encordoamento para violão, gostaria de aproveitar a ocasião para elucidar uma questão importante, ja que a qualidade das cordas do violão influenciam diretamente na afinação e qualidade sonora do mesmo. Existe corda boa?
Como sou iniciante estava refletindo sobre o assunto de acordo com minhas primeiras experiencias e cheguei a conclusão que não existe!, logo fui pesquisar sobre o assunto e por incrível que parece o universo estava a favor pois logo ali na mesa de revistas do barbeiro havia uma revista especializada em violão que trazia uma entrevista com um famoso violonista onde o mesmo afirmava nossa questão com a seguinte frase: “[…]Na falta de coisa melhor utilizo a Augustine. Corda boa não existe[…].

corda-violao.jpg

Mas há aquelas que seus harmônios soam de forma afinada e satisfatória até mesmo para os ouvidos mais exigentes de grandes músicos e um público seleto e cada vez mais escasso em nosso país. No caso o que conta é a criatividade acompanhada de resultados e um bom investimento.

O encordoamento composto das marcas Savarez® e Augustine® que utilizo no momento é uma boa opção para quem realmente quer ficar conhecendo seu instrumento de excelência. No caso utilizo a primeira de alta tensão como os três bordões e a segunda, também com excelênte tensão, utilizo para ser as cordas primas.

O grande empecílio para este duo é o nosso poder aquisitivo e a falta de incentivo do sistema para com a música que foi dizimada das salas de aula no ensino público e até mesmo na grande maioria dos colégios particulares de primeiro e segundo grau. Esta falta de elaboração musical nas escolas faz com que esse tipo de investimento fique em segundo plano para os músicos amadores e profissionais que a cada dia lutam por melhores condições de trabalho afim de que possam obter seus instrumentos de excelência assim como realizar a manutenção dos mesmos.

Me lembro quando através do projeto “Um Piano pela Estrada” os cidadãos da cidade de Porto Velho onde moro com minha família, tiveram a oportunidade de presenciar o Grande Músico Pianista Arthur Moreira Lima e naquele momento estavam comportados como uma platéa digna de concertos em grandes teatros de renome. Seria a ocasião? Será que se estivessem aquelas mesmas pessoas em um show daqueles de música comercial, cujo sistema insiste em utilizar como forma de controle…?

Em seguida aqueles ditos intelectuais, moralistas e donos da razão que ocupam importantes colunas nos noticiários da TV aberta e por assinatura, assim como na mídia impressa, dizem “O brasileiro vaia até o silêncio, quando se pede um minuto de silêncio em um estádio de futebol nem se passam 30 segundos e começam a vaiar.” E se nesse mesmo estádio de futebol estivesse o Sr. Arthur Moreira Lima oferecendo um concerto, como estaria o comportamento dessas pessoas, será que vaiariam o silêncio decorrente do intervalo entre uma música e outra? E se fosse um show daqueles…

Após o concerto de Moreira Lima, como estava a mente dos espectadores? Provavelmente afinadas e capazes de refletirem sobre a nossa realidade?

Após um show com músicas do tipo essa ai cujo refrão esta tocando em sua mente e você nem sabe como foi parar ai né? No meu caso por exemplo estou apreciando no momento “Allemande” de Bach presente no CD de número 4 da série “The Segovia Collection”, e mesmo assim esse mesmo refrão parece estar querendo poluir a mais brilhante interpretação das obras de Bach no violão feitas pelo eterno maestro.


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Quando Trocar as Cordas do Violão

por: Roberto Lazaro

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Esta é uma questão relacionada á forma de utilização do instrumento e ao objetivo do violonista, porém, cordas primas (as três de baixo para o destro) quando estão descascando ou arrepiadas é hora de trocar, e os Bordões (tres de cima para o destro) quando oxidados ou fragmentados devem ser trocados.

As cordas dos instrumentos musicais influenciam a tal ponto que certos músicos em gravações trocam seus encordoamentos por música ou faixa gravada.

A afinação “perfeita” dos instrumentos esta diretamente ligada á qualidade e conservação das cordas. Cordas velhas, sem brilho musical (que ás vezes é confundido ao brilho da corda mesmo, mas não deixa de estar relacionado) jamais irão soar seus harmônicos de forma afinada.

O maior engano que ocorre em nosso cotidiano é o violão para estudante ser o modelo de péssima qualidade de nossas marcas comerciais; Na grande maioria das escolas de violão podemos notar as cordas desses modelos inferiores oxidadas e até mesmo fragmentadas tornando impossível o aprendizado.

Trocar corda por corda não é a toa, a força que elas fazem juntas é mais forte que uma mordida de Pit Bull. Perceber que as cordas novas desafinam mais rápido é unanimidade o desafio é trocar uma por uma e observar que este fenômeno será reduzido em 80% mo mínimo.

Por final devemos levar em conta que o ser humano é fenomenológico e que ocorrem frequentes excessões, mas a probabilidade dos fatores citados nesse artigo cairem por terra é daquelas muito baixas ou quase nulas.


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Dica para Violão

por: Roberto Lazaro

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Procure posições nas mãos que correspondam ás posições naturais do corpo, sempre visando ângulos naturais.

Procure executar suas peças ou exercícios com o auxílio do metronomo.

Ao optar por cordas nacionais lembre-se que não temos tecnologia no Brasil para produzir cordas de alto nível como na França por exemplo.

Trocar corda por corda não é a toa, a força que elas fazem juntas é mais forte que uma mordida de Pit Bull. Perceber que as cordas novas desafinam mais rápido é unanimidade o desafio é trocar uma por uma e observar que este fenômeno será reduzido em 80% mo mínimo.

O Melhor afinador de violão que temos em nosso planeta é o cérebro!


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AFINADOR DE VIOLÃO

por: Roberto Lazaro

toxicalidade.jpg

O Melhor afinador de violão que temos em nosso planeta é o cérebro! Nossa massa cinzenta utiliza como ferramentas o ouvido e um som de referência para afinar os instrumentos musicais. Este som pode ser obtido através de ferramentas como o diapasão.

Veja alguns modelos de ferramentas para afinar instrumentos musicais!


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