Choro

Ritmo

Enviado por Violão Brasil 6 setembro, 2007 (41) Comentários

Ritmos

Do grego Rhytmos – designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo faz parte das artes assim como da nossa vida.

Sentimos o ritmo na música e no poema. Nos submetemos á vários ritmos biológicos que estão sujeitas a evoluções como o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono e vigília dentre outros. Até mesmo para caminhar utilizamos um ritmo peculiar.

Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenõmeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado ? música, ? dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente ? linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo.

Observe o que significa ritmo para alguns autores.

- Para Berge o ritmo é uma lei universal a que tudo submete.
- Dalcroze o caracteriza como princípio vital e movimento.
- Platão sistematiza o ritmo, colocando-o como definição de movimento ordenado.

A rítmica é uma ciência do ritmo que objetiva desenvolver e harmonizar as funções motoras e regrar os movimentos corporais no tempo e no espaço, aprimorando o ritmo.

Embasado-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer.

O ritmo é de grande importância para os professores de Educação Física, pois ele se reflete diretamente na formação básica e técnica, na criatividade e na educação de movimento.

O ritmo pode ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma série de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente) e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas na escola com diferentes atividades.

CONFIRA ABAIXO UMA BREVE HISTÓRIA DE ALGUNS RITMOS MUSICAIS

Batuque: Dança de origem africana, caracterizada por requebros, palmas e sapateados, acompanhados ou não de canto. Por extensão, nome de certos ritmos marcados por forte percussão.

Be Bop: É um tipo de Jazz sofisticado. Anos 40.

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Raízes do Choro

Enviado por Violão Brasil 26 agosto, 2006 (0) Comentários

choro Raízes do Choro

Durante os dois primeiros séculos de colonização – séculos XVI e XVII, o que se ouvia em termos de música no Brasil constituía-se, além dos cânticos religiosos, nos cantos de danças rituais indígenas, nos batuques dos africanos, quase sempre também rituais, e nas cantigas dos europeus colonizadores.

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Choro como gênero e suas influências

Enviado por Violão Brasil 26 agosto, 2006 (2) Comentários

ze da velha Choro como gênero e suas influências

Alguns conjuntos tocavam ? base de improviso quando começou a desenvolver-se um elemento fraseológico que chamamos de baixaria.

As baixarias são melodias feitas pelo violão, diferentes das melodias principais executadas pelo instrumento solista – agora não só a flauta, mas também o ofclide, o bandolim e outros – e que se tornaram uma das peculiaridades do choro.

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Choro como forma de tocar

Enviado por Violão Brasil 26 agosto, 2006 (2) Comentários

Raul Pederneiras

Raul Pederneiras, caricaturista, jornalista e autor de revistas teatrais, publicou em 1922, no Rio de Janeiro, sob a indicação de “Verbetes para um dicionário de gíria” a seguinte definição para a palavra choro: “Choro – Baile, musicata. Concerto de flauta, violão e cavaquinho. Música improvisada.

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Ernesto Júlio Nazareth

Enviado por Violão Brasil 22 agosto, 2006 (4) Comentários

ernesto nazareth Ernesto Júlio Nazareth

Ernesto Júlio Nazareth nasceu no Rio de Janeiro em 20 de março de 1863, no Morro do Nheco, hoje Cidade Nova. Desde menino, Nazareth conviveu com a música. No piano de sua mãe, D. Carolina, ou nos saraus familiares, as polcas, valsas e modinhas eram frequentes. Com a mãe, ele aprendeu os primeiros acordes de Chopin, Mozart e Beethoven, além das polcas, um grande modismo na época.

Com a morte de sua mãe em 1873, passou a ser educado por seu pai, Vasco Lourenço da Silva Nazareth, um modesto funcionário da Alfandêga, que, ao sair para o trabalho, deixava o pequeno Ernesto recluso em casa o dia inteiro.

Eduardo Madeira, um jovem pianista amador, foi contratado para dar continuidade ? educação musical de Ernesto, que fazia enormes progressos e se revelava um autodidata. Com 14 anos compôs sua primeira música, a polca Você Bem Sabe, dedicada a seu pai e editada no mesmo ano pela Casa Arthur Napoleão.

Aos 17 anos, participou de um recital ao lado de vários músicos famosos, como o grande flautista Viriato Figueira da Silva. Compôs Gentes! O imposto pegou? e Gracieta. Em 1878, compôs a valsa O Nome dela e o tango Cruz, Perigo! Por essa época, Ernesto se sentia cada vez mais atraído pelas rodas de choro e, respondendo ? polca do chorão Viriato, compôs Não Caio Noutra.

OBRAS OFICIAIS

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