Choro

Ritmo

Enviado por Violão Brasil 6 setembro, 2007 (38) Comentários

Ritmos

Do grego Rhytmos – designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo faz parte das artes assim como da nossa vida.

Sentimos o ritmo na música e no poema. Nos submetemos á vários ritmos biológicos que estão sujeitas a evoluções como o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono e vigília dentre outros. Até mesmo para caminhar utilizamos um ritmo peculiar.

Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenõmeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado ? música, ? dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente ? linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo.

Observe o que significa ritmo para alguns autores.

- Para Berge o ritmo é uma lei universal a que tudo submete.
- Dalcroze o caracteriza como princípio vital e movimento.
- Platão sistematiza o ritmo, colocando-o como definição de movimento ordenado.

A rítmica é uma ciência do ritmo que objetiva desenvolver e harmonizar as funções motoras e regrar os movimentos corporais no tempo e no espaço, aprimorando o ritmo.

Embasado-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer.

O ritmo é de grande importância para os professores de Educação Física, pois ele se reflete diretamente na formação básica e técnica, na criatividade e na educação de movimento.

O ritmo pode ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma série de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente) e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas na escola com diferentes atividades.

CONFIRA ABAIXO UMA BREVE HISTÓRIA DE ALGUNS RITMOS MUSICAIS

Batuque: Dança de origem africana, caracterizada por requebros, palmas e sapateados, acompanhados ou não de canto. Por extensão, nome de certos ritmos marcados por forte percussão.

Be Bop: É um tipo de Jazz sofisticado. Anos 40.

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Raízes do Choro

Enviado por Violão Brasil 26 agosto, 2006 (0) Comentários

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Durante os dois primeiros séculos de colonização – séculos XVI e XVII, o que se ouvia em termos de música no Brasil constituía-se, além dos cânticos religiosos, nos cantos de danças rituais indígenas, nos batuques dos africanos, quase sempre também rituais, e nas cantigas dos europeus colonizadores.

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Choro como gênero e suas influências

Enviado por Violão Brasil 26 agosto, 2006 (1) Comentário

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Alguns conjuntos tocavam ? base de improviso quando começou a desenvolver-se um elemento fraseológico que chamamos de baixaria.

As baixarias são melodias feitas pelo violão, diferentes das melodias principais executadas pelo instrumento solista – agora não só a flauta, mas também o ofclide, o bandolim e outros – e que se tornaram uma das peculiaridades do choro.

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Choro como forma de tocar

Enviado por Violão Brasil 26 agosto, 2006 (2) Comentários

Raul Pederneiras

Raul Pederneiras, caricaturista, jornalista e autor de revistas teatrais, publicou em 1922, no Rio de Janeiro, sob a indicação de “Verbetes para um dicionário de gíria” a seguinte definição para a palavra choro: “Choro – Baile, musicata. Concerto de flauta, violão e cavaquinho. Música improvisada.

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Ernesto Júlio Nazareth

Enviado por Violão Brasil 22 agosto, 2006 (3) Comentários

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Ernesto Júlio Nazareth nasceu no Rio de Janeiro em 20 de março de 1863, no Morro do Nheco, hoje Cidade Nova. Desde menino, Nazareth conviveu com a música. No piano de sua mãe, D. Carolina, ou nos saraus familiares, as polcas, valsas e modinhas eram frequentes. Com a mãe, ele aprendeu os primeiros acordes de Chopin, Mozart e Beethoven, além das polcas, um grande modismo na época.

Com a morte de sua mãe em 1873, passou a ser educado por seu pai, Vasco Lourenço da Silva Nazareth, um modesto funcionário da Alfandêga, que, ao sair para o trabalho, deixava o pequeno Ernesto recluso em casa o dia inteiro.

Eduardo Madeira, um jovem pianista amador, foi contratado para dar continuidade ? educação musical de Ernesto, que fazia enormes progressos e se revelava um autodidata. Com 14 anos compôs sua primeira música, a polca Você Bem Sabe, dedicada a seu pai e editada no mesmo ano pela Casa Arthur Napoleão.

Aos 17 anos, participou de um recital ao lado de vários músicos famosos, como o grande flautista Viriato Figueira da Silva. Compôs Gentes! O imposto pegou? e Gracieta. Em 1878, compôs a valsa O Nome dela e o tango Cruz, Perigo! Por essa época, Ernesto se sentia cada vez mais atraído pelas rodas de choro e, respondendo ? polca do chorão Viriato, compôs Não Caio Noutra.

OBRAS OFICIAIS

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