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	<title>VIOLÃO BRASIL &#187; Choro</title>
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	<description>Tudo sobre Violão</description>
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		<title>Ritmo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 13:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Violão Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Choro]]></category>
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		<category><![CDATA[Leitura Complementar]]></category>
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		<category><![CDATA[Teoria Musical]]></category>

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		<description><![CDATA[Do grego Rhytmos &#8211; designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo faz parte das artes assim como da nossa vida. Sentimos o ritmo na música e no poema. Nos submetemos á vários ritmos biológicos que estão sujeitas a evoluções como o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono e vigília dentre outros. Até mesmo para caminhar utilizamos um ritmo peculiar. Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenõmeno [...]]]></description>
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		<title>Raízes do Choro</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Aug 2006 20:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Violão Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciante]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os dois primeiros séculos de colonização &#8211; séculos XVI e XVII, o que se ouvia em termos de música no Brasil constituía-se, além dos cânticos religiosos, nos cantos de danças rituais indígenas, nos batuques dos africanos, quase sempre também rituais, e nas cantigas dos europeus colonizadores. Os cantos indígenas costumavam ser acompanhados por instrumentos de sopro, como flautas e apitos, e por maracás e bate-pés. Nos cantos dos africanos, eram utilizados tambores, atabaques, marimbas, [...]]]></description>
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		<title>Choro como gênero e suas influências</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Aug 2006 19:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Violão Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns conjuntos tocavam ? base de improviso quando começou a desenvolver-se um elemento fraseológico que chamamos de baixaria. As baixarias são melodias feitas pelo violão, diferentes das melodias principais executadas pelo instrumento solista &#8211; agora não só a flauta, mas também o ofclide, o bandolim e outros &#8211; e que se tornaram uma das peculiaridades do choro. A partir da década de 20 a música popular começa a sofrer influência da música comercial norte-americana, fazendo [...]]]></description>
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		<title>Choro como forma de tocar</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Aug 2006 19:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Violão Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciante]]></category>

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		<description><![CDATA[Raul Pederneiras, caricaturista, jornalista e autor de revistas teatrais, publicou em 1922, no Rio de Janeiro, sob a indicação de &#8220;Verbetes para um dicionário de gíria&#8221; a seguinte definição para a palavra choro: &#8220;Choro &#8211; Baile, musicata. Concerto de flauta, violão e cavaquinho. Música improvisada. Cair no choro, dançar.&#8221; A definição é interessante por mostrar que ao iniciar-se a década de 20, considerava-se o choro como uma forma de tocar e não como um gênero [...]]]></description>
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		<title>Ernesto Júlio Nazareth</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2006 04:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Violão Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Músicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ernesto Júlio Nazareth nasceu no Rio de Janeiro em 20 de março de 1863, no Morro do Nheco, hoje Cidade Nova. Desde menino, Nazareth conviveu com a música. No piano de sua mãe, D. Carolina, ou nos saraus familiares, as polcas, valsas e modinhas eram frequentes. Com a mãe, ele aprendeu os primeiros acordes de Chopin, Mozart e Beethoven, além das polcas, um grande modismo na época. Com a morte de sua mãe em 1873, [...]]]></description>
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