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  • James: PROCURO PROFESSOR DE VIOLÃO PARA NITERÓI, RJ; jamesplushcore@hotmail.com

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Arnica Silvestre combate primeiros sinais de L.E.R/D.O.R.T

por: José Joacir dos Santos

A solução estoque de Arnica Silvestre, do Floral de Saint Germain, não me surpreende: ela é o que se propõe, combate não só os “ferimentos morais” como contusões. Recomendei a clientes com os primeiros sinais das contusões do trabalho repetitivo mais conhecidas por L.E.R/D.O.R. T. Também tive casos de clientes que abriram o pulso por tentar pegar peso acima da capacidade física e outros com contração dos músculos cervicais mais conhecida como torcicolo. Todos os clientes utilizaram três gotas três vezes ao dia debaixo da língua e duas gotas diretamente nas áreas afetadas. A maioria relata sonhos de perseguição e medo, bem como melhora no sono de um modo geral. Alguns não utilizaram mais nada além do floral durante o período. Para os casos mais graves de L.E.R/D.O.R.T, além da psicoterapia os clientes utizaram ervas junto com o floral de Arnica Silvestre (Solidago microglossa) como complemento, nas mesmas dosagens acima.

José Joacir dos Santos é Terapeuta Floral, Psicossomatista, Fitoterapeuta. Leia outros artigos no site do Dr. José Joacir.


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Betacaroteno Fortalece as Unhas do Violonista

por: Roberto Lazaro

Unha

Segundo Andres Segóvia no docuentário Segóvia At Los Olivos (1967) existe a unha dura que é ideal, porém, é difícil de nascer com ela. Existe a unha macia que proporciona um timbre aveludado, porém, se quebra com facilidade.

Até mesmo a unha dura e forte necessita de nutrientes para o seu desenvolvimento, para fornecer estes nutrientes ao organismo através da dieta indicamos o betacaroteno que é uma substâncias que se converte em vitamina A no organismo. Pesquisas demonstraram que o betacaroteno desempenha um papel importante na prevenção de muitas doenças. É um antioxidante (neutraliza os radicais livres e, por isso, previne o envelhecimento), faz bem para os olhos (beneficia a visão noturna), aumenta a imunidade, dá elasticidade à pele, brilho aos cabelos, fortalece as unhas, e atua no metabolismo das gorduras.

O organismo só ira sintetizar o betacaroteno em vitamina A quando for necessário. As principais fontes de betacaroteno são: cenoura, abóbora, beterraba, mamão, manga e a batata doce. Em quantidades menores, pode ser encontrado nos vegetais folhosos como couve, repolho, espinafre, agrião e brócolos. A carência dessa vitamina provoca a cegueira noturna e a xeroftalmia (ressecamento da córnea), além da unha quebradiça, pele seca e escamosa.

A superdosagem não é perigosa; no entanto, pode aparecer uma coloração amarelada na pele, que desaparece com a redução do consumo. Betacaroteno é uma molécula capaz de se transformar em vitamina A no organismo sempre que ele precisar, entretanto o excesso da vitamina pode ser nocivo, enquanto o betacaroteno em si não faz mal algum. Existem no mercado vários suplementos vitamínicos contendo betacaroteno.


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PROTETOR DE QUINA PARA VIOLÃO QT ARMREST E OUTROS

por: Roberto Lazaro

protetor de quina

Desenvolvido pelo músico David Qualey, este descanso de braço ou protetor de quina me parece bastante confortável uma vez que o mesmo não evade os limites do tampo do violão, desta forma elimina a quina sem formar uma protuberância sob o tampo. Também utiliza o sistema de ventosas. O preço é meio salgado pelo menos para minha realidade 100 euros mais as despesas de envio para o Brasil. Maiores detalhes em: http://www.david-qualey.com/qtarmrest.html

Confira abaixo outros links para descansos de braço. (ARMREST)
http://janetdavismusic.com/guitar_armrest.html
http://www.musiikkitoteemi.fi/?p=productMore&iProduct=20
http://www.jpstrings.com/braccess.htm#Armrest-n

Armrest_


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Violão com espigão

por: Roberto Lazaro

Violão-Espigão

O pioneiro da postura vertical com espigão é o violonista escocês Paul Galbraith. Atualmente,
poucos violonistas no mundo adotam a posição. Pode-se contá-los nos dedos. Aos poucos, no
entanto, surgem novos defensores da idéia.

A técnica consiste em tocar com o violão na posição vertical apoiado em um espigão, aproveitando-se da vibração que é transmitida ao espigão, apoia-se o mesmo em uma caixa de ressonância obtendo-se uma amplificação privilegiada do som do instrumento assim como uma postura que permite maior mobilidade da mão direita. Leia mais e veja mais fotos no site do músico Alexandre Moschella.


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Nomenclatura didática para os dedos das mãos do violonista

por: Roberto Lazaro

Nomenclatura

Mão esquerda (ME)
P - Polegar
1 - Indicador
2 - Médio
3 - Anelar
4 – Mínimo

Mão direita (MD)
P - Polegar
I - Indicador
M - Médio
A – Anelar

O polegar posicionado de forma oposta aos outros dedos foi uma aquisição evolutiva extremamente importante, pois permitiu a utilização de instrumentos, com os quais podem mais facilmente defender-se e modificar o meio ambiente. (Edgar Morin, no seu “O Paradigma Perdido” se refere à dialética “pé - mão - cérebro”). Devido a este fenômeno é possível tocar violão!

A movimentação dos dedos ocorre através de tendões ligados em músculos no antebraço e outros pequenos músculos que ligam as falanges.

O polegar move-se ainda por ação dos músculos flexores e rotadores, que se encontram na palma da mão, ligados ao primeiro metacarpal. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Dedo - acesso em: 19/08/2007)


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12 Fórmulas Básicas de Dedilhado

por: Roberto Lazaro
icon for podpress  I M A M - Observe o metrônomo ao fundo: Ouvir | Ouvir em Pop-up

violao_tecnica_1.jpg

Segundo Abel Carlevaro são 12 as fórmulas básicas de dedilhado. A imagem acima e o vídeo abaixo são uma tentativa de ensinar á distância a forma ergonomicamente correta de executá-los.

X= Detalhe proporcionado pela postura recomendada por Abel Carlevaro de acordo com estudos sobre anatomia e fisiologia. É o estado natural do corpo.

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Protetor de Quina Para Violão

por: Roberto Lazaro

plenossom.jpg

Este protetor de quina chamado plenossom, foi desenvolvido por Paulo Bellinati em parceria com Antonio Tessarin. É uma das opções para amenizar o desconforto causado pela quina do violão contra o braço do violonista. O mesmo é fixado ao violão através de ventosas e possue acabamento impecável feito por Antonio Tessarin atessarin@uol.com.br

O site do violonista Paulo Bellinat possue maiores informações sobre o acessório, porém, no idioma inglês.


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LER x Ergonomia

por: Roberto Lazaro

tendoes.jpg

LER (ou L.E.R.) é a abreviatura de Lesão por Esforço Repetitivo (em Inglês RSI (Repetitive Strain Injury) ou, ainda em Português, Dano de Esforço Repetitivo.

Representa uma síndrome de dor nos membros superiores, com queixa de grande incapacidade funcional, causada primariamente pelo próprio uso das extremidades superiores em tarefas que envolvem movimentos repetitivos ou posturas forçadas.

Também é conhecido por L.T.C. (Lesão por Trauma Cumulativo) e por D.O.R.T. (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), mas na realidade entre todos estes nomes talvez o mais correto tecnicamente seria o de Síndrome da Dor Regional.

Contudo, como o nome LER se tornou comum e até popular, esta é a denominação adotada no Brasil, apesar de bastante imprópria, pois relaciona sempre tais manifestações com certas atividades no trabalho.

Portanto, LER não é uma doença, é um fenômeno social/político/trabalhista. O diagnóstico diferencial deve excluir as tendinites e tenossinovites secundárias a outras patologias, como reumatismo, esclerose sistêmica, gota, infecções gonocócicas, traumática, gravidez, osteoartrite, diabetes, mixedema, etc.

As lesões inflamatórias causadas por esforços repetitivos já eram conhecidos desde a antiguidade sob outros nomes, como por exemplo, na Idade Média, a “Doença dos Escribas”, que nada mais era do que uma tenossinovite, praticamente desaparecendo com a invenção da imprensa. Já em 1891, De Quervain descrevia o “Entorse das Lavadeiras”.

CLASSIFICAÇÃO

As classificações mais usuais são feitas conforme a evolução e o prognóstico, classificando a “DORT” baseando apenas em sinais e sintomas.

Fases

Fase 1 - Apenas queixas maldefinidas e subjetivas, melhorando com repouso.

Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando poucos sinais objetivos.

Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não desaparecendo com repouso.

Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade funcional (não necessariamente permanente)

Estágios

Em 1984, a classificação de Browe, Nolan e Faithfull divide a LER em estágios:

Estágio 1 - Dor e cansaço nos membros superiores durante o turno de trabalho, com melhora nos fins de semana, sem alterações no exame físico e com desempenho normal.

Estágio 2 - Dores recorrentes, sensação de cansaço persistente e distúrbio do sono, com incapacidade para o trabalho repetitivo.

Estágio 3 - Sensação de dor, fadiga e fraqueza persistentes, mesmo com repouso. Distúrbios do sono e presença de sinais objetivos ao exame físico.

Graus

Dennet e Fry, em 1988, classificaram a doença, de acordo com a localização e fatores agravantes:

Grau 1 - Dor localizada em uma região, durante a realização da atividade causadora da síndrome. Sensação de peso e desconforto no membro afetado. Dor espontânea localizada nos membros superiores ou cintura escapular, às vezes com pontadas que aparecem em caráter ocasional durante a jornada de trabalho e não interferem na produtividade. Não há uma irradiação nítida. Melhora com o repouso. É em geral leve e fugaz, e os sinais clínicos estão ausentes. A dor pode se manifestar durante o exame clínico, quando comprimida a massa muscular envolvida. Tem bom prognóstico.

Grau 2 - Dor em vários locais durante a realização da atividade causadora da síndrome. A dor é mais persistente e intensa e aparece durante a jornada de trabalho de modo intermitente. É tolerável e permite o desempenho da atividade profissional, mas já com reconhecida redução da produtividade nos períodos de exacerbação. A dor torna-se mais localizada e pode estar acompanhada de formigamento e calor, além de leves distúrbios de sensibilidade. Pode haver uma irradiação definida. A recuperação é mais demorada mesmo com o repouso e a dor pode aparecer, ocasionalmente, quando fora do trabalho durante outras atividades. Os sinais, de modo geral, continuam ausentes. Pode ser observado, por vezes, pequena nodulação acompanhando bainha de tendões envolvidos. A palpação da massa muscular pode revelar hipertonia e dolorimento. Prognóstico favorável.

Grau 3 - Dor desencadeada em outras atividades da mão e sensibilidade das estruturas; pode aparecer dor em repouso ou perda de função muscular; a dor torna-se mais persistente, é mais forte e tem irradiação mais definida. O repouso em geral só atenua a intensidade da dor, nem sempre fazendo-a desaparecer por completo, persistindo o dolorimento. Há frequentes paroxismos dolorosos mesmo fora do trabalho, especialmente à noite. É frequente a perda de força muscular e parestesias. Há sensível queda da produtividade, quando não impossibilidade de executar a função. Os sinais clínicos estão presentes, sendo o edema frequente e recorrente; a hipertonia muscular é constante, as alterações de sensibilidade estão quase sempre presentes, especialmente nos paroxismos dolorosos e acompanhadas de manifestações como palidez, hiperemia e sudorese das mãos. A mobilização ou palpação do grupo muscular acometido provoca dor forte. Nos quadros com comprometimento neurológico compressivo a eletromiografia pode estar alterada. Nessa etapa o retorno à atividade produtiva é problemático.

Grau 4 - Dor presente em qualquer movimento da mão, dor após atividade com um mínimo de movimento, dor em repouso e à noite, aumento da sensibilidade, perda de função motora. Dor intensa, contínua, por vezes insuportável, levando o paciente a intenso sofrimento. Os movimentos acentuam consideravelmente a dor, que em geral se estende a todo o membro afetado. Os paroxismos de dor ocorrem mesmo quando o membro está imobilizado. A perda de força e a perda de controle dos movimentos se fazem constantes. O edema é persistente e podem aparecer deformidades, provavelmente por processos fibróticos, redizindo também o retorno linfático. As atrofias, principalmente dos dedos, são comuns. A capacidade de trabalho é anulada e os atos da vida diária são também altamente prejudicados. Nesse estágio são comuns as alterações psicológicas com quadros de depressão, ansiedade e angústia.

ERGONOMIA NO COMBATE Á LER

Se o seu trabalho atual exige movimentos repetitivos e você já percebe sinais de LER, talvez queira procurar ajuda médica na empresa. Se isso não for possível, talvez possa ir a um serviço de saúde para que um ortopedista avalie o seu caso e tome as medidas necessárias para ajudá-lo. As chances de recuperação serão muito maiores se a LER for tratada nos seus estágios iniciais.

Outro modo importante de combater a LER é dar atenção à ergonomia. O que é ergonomia? O termo é definido como “ciência aplicada que se ocupa em projetar e arrumar os objetos que as pessoas usam a fim de que essas e os objetos possam interagir do modo mais eficiente e seguro”.

Assim, a ergonomia tem a ver com adaptar o local de trabalho ao homem, bem como o homem ao local de trabalho. Porém, não se limita a melhorar o formato dum teclado ou de um martelo.

É preciso levar em conta as necessidades mentais e emocionais do trabalhador. Para se conseguir isso, diz a ergonomista Dra. Ingeborg Sell, a ergonomia “utiliza-se de dados, informações e conhecimentos de todas as disciplinas participantes . . . e procura chegar a conhecimentos novos e Abrangentes sobre o homem e seu trabalho”.

É verdade que mudar a ergonomia do local de trabalho pode estar fora do alcance do trabalhador. Mas os especialistas médicos presentes ao seminário de LER em Brasília explicaram que a “ergonomia participativa” não está.

O que significa ergonomia participativa? O empregador que incentiva a ergonomia participativa no local de trabalho leva em conta as opiniões dos trabalhadores, convidando-os a encontrar maneiras de melhorar o local de trabalho.

Esse empregador também dá apoio à criação de uma comissão interna de LER composta de empregados e membros da diretoria. Esse grupo fica de olho no local de trabalho para manter um ambiente seguro e confortável.

Preocupa-se com causas de LER, incentiva a prevenção e define quais são as responsabilidades de empregador e de empregados no que se refere a controlar ou eliminar as causas de LER na firma.

Ergonomia é o conjunto de procedimentos que objetiva manter uma postura
corporal adequada no ambiente de trabalho, bem como das partes do corpo envolvidas na execução de um trabalho. A manutenção de um bom estado psicológico também faz parte da ergonomia. É um tipo de postura importante para se evitar as LER.


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Cuidados Para Evitar a Lesão por Esforços Repetitivos (LER) Tocando Violão

por: Henrique Pinto

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Os dedos da mão esquerda não devem pressionar mais que o suficiente para conseguir a nota desejada.

A mão direita deverá estar colocada a não forçar os tendões para uma posição de limite de sua extensão, o pulso e ante-braço deverão estar em linha reta ou aproximado desta linha reta.

O toque da mão direita deverá ser articulado sem o uso da força, mas sim com a pressão suficiente para se obter a sonoridade desejada e não causar enervação inútil em todo ante-braço.

Podemos colocar outro item que sentimos de igual importância com os expostos anteriormente. Sempre que iniciamo o estudo nossa mente deve estar tranquila e assim teremos maior concentração e resultado maior em todo tempo de estudo.

Uma mente dispersa além de causar cansaço mental, só iremos desenvolver nossa memória muscular, a concentração é imprescindível para um maior aproveitamento do tempo que estamos com o instrumento. Concentrar é nossa atenção estar centrada no objetivo de nosso estudo, estar atento para todos os fatores que influenciam na execuçao de uma obra.

O “conceito de relaxamento” tem um sentido amplo, não é somente o afrouxar a musculatura, mas sim, o funcionamento de todo complexo psicológico e fisiológico, como uma engrenagem , em que todas as peças tenham um encaixe perfeito e o funcionamento de um relógio preciso.

Uma má orientação, ou uma falta de conciencia no processo do estudo, poderá acarretar problemas que dificilmente poderão ser solucionados, como o famoso LER (lesão por esforço repetitivo), bloqueio por uma enervação excessiva, degeneração gradativa do processo de articular as notas e dificuldade progressiva para atingir um determinado objetivo.


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Como Fazer um Apoio Ergonômico Para Violão

por: Roberto Lazaro

Este apoio ergonômico é simples e de grande utilidade devido ao fato de proporcionar ao violonista maior conforto ao tocar, pois, permite ao mesmo permanacer com os dois pés apoiados no chão evitando tensão na coluna.

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Como não se encontra este tipo de acessório na grande maioria de lojas de instrumentos musicais de cidades pequenas e até mesmo de grandes metrópoles, segue abaixo um tutorial ensinando como fazer. Marceneiros costumam cobrar em torno de R$ 15,00 para fazer um e gastam 20 minutos em média.

O material utilizado resume-se em: Madeira, ventosas, borracha anti-derrapante (no caso utilizei piso anti-derrapante devido á sua durabilidade), taxinhas e cola para fixar a borracha á madeira (de preferência cola de sapateiro).

Observe as imagens mostrando o acessório em diferentes ângulos assim como o desenho com suas medidas.

As ventosas podem ser encontradas em lojas de armarinhos (aquelas que vendem linha, botões, peças para fazer bijuterias, missangas etc…), empresas de brindes ou nesse site que encontrei, porém, não sei se vendem em pequenas quantidades.

Leia nosso artigo anterior sobre apoio ergonômico para violão e veja mais modelos!

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