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  • Luiz Felipe V. de Sousa: Gosto de violão.
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  • Marcel Alessandro: Sou violonista e professor de musicalização infantil, dou aulas particulares de violão flamenco , choro,samba,...
  • vitor: aprenda a tocar pandeiro comigo: 1:ponta 2:pulso 3:tapa 4:polegar e é so tocar bele
  • Jonathan Felipe de Oliveira: Aulas de música 100% práticas… violão; guitarra; contra-baixo; bateria; percepção,ritmo;...
  • James: PROCURO PROFESSOR DE VIOLÃO PARA NITERÓI, RJ; jamesplushcore@hotmail.com

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Equilibrar é possível

por: Roberto Lazaro

Neste meu segundo ano de estudos sobre o Violão Erudito estou refletindo sobre o equilíbrio energético do organismo como fator primo para a execução de peças eruditas no violão. Para atingir este equilíbrio é necessário ás vezes partir para a harmonização das energiar orgânicas independente da abordagem, porém, levo em conta a filosofia dos cinco elementos: água, madeira, fogo, terra e metal, onde cada um desses elementos desempenha um importante papel no equilíbrio das energias do corpo, no meu caso tenho como elemento predominante o fogo, então minha alimentação não deve privilegiar este elemento - pimenta, carne vermelha, frango, pimentão assim como outros alimentos classificados de acordo com a Medicina Tradicional Chinesa.

Para beneficiar-se desta técnica procure um terapêuta oriental na sua cidade e faça o diagnóstico do seu biótipo e seu elemento. Dentre as várias ténicas de equilibrar as energias existe a acupuntura (eu utilizo esta e estou frequentando um curso), florais de Bach, que é utilizado pelo ilustre professor Carlos Alberto de Carvalho como adjuvante no ensino da técnica violonística, inclusive em ocasiões onde a unha do violonista é muito fraca e nao consegue ao menos segurar a prótese (unha artificial). Yoga, Aromaterapia, Cromoterapies etc. Posso afirmar que pelo menos com acupuntura e alimentação a melhora da performance do violonista é visível logo nas primeiras semanas, ou, pelo menos para mim que assim como muitos sofria com o desequilíbrio de forças entre a mão esquerda e direita funcionou de forma surpreendente e em poucos dias.

O diagnóstico do biótipo assim como vários outros podem ser feito através da leitura do pulso por um terapêuta oriental especializado, que fará em seguida o tratamento visando equilibrar a alimentação assim como a distribuição energética do organismo que auxiliará no aprendizado e performance do instrumentista, independente do seu instrumento. Para quem mora na cidade de Porto Velho, capital de Rondônia eu por experiência própria recomento o Ricardo Kiyoshi (69) 9995.9409.


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É hora de comprar o violão e começar a estudar!

por: Roberto Lazaro

Boa sorte!

Gostaria de estudar instrumentos musicais como violão, porém, não pode gastar muito? Encontre várias marcas de violao até R$150,00 no Mercado Livre. Violão de marca comercial são todos muito semelhantes independente da margem de preço, ja toquei em violão de R$150,00 que me surpreendeu. Eu compro no Mercado Livre e Recomendo, por isto elaborei uma lista especialmente para você que sonha em ter um violão e começar a aprender. Clique aqui e confira a lista!


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Afinando um Violão

por: Samuel Huh

Pra quem não tem paciência de ler o artigo todo, aqui vão as 7 dicas:

Um violão possui seis cordas, numeradas da mais aguda para a mais grave. Cada corda possui uma nota na qual é afinada, que foi o resultado de uma herança dos instrumentos antecessores do violão, como o Alaúde Renascentista e a Guitarra Barroca. No processo histórico de conseguir uma relação entre as cordas que propiciasse equilíbrio entre graves e agudos, boa sonoridade, facilidade de tocar e que fosse possível num instrumento com as dimensões do violão, chegamos à seguinte configuração:

(1) Mi, (2) Si, (3) Sol, (4) Ré, (5) Lá, (6) Mi.

Essa seqüência é uma seqüência consagrada e estabilizada há mais de dois séculos, fruto de muitos séculos anteriores de experimentação.

Além disso, o violão possui um braço onde estão colados trastes de metal, posicionados para variar cada uma dessas cordas de semitom em semitom, ou seja, dentro da escala musical ocidental. Mas, como vimos, deve-se definir que tipo de “ajuste” essa escala possui. E, no violão, esse ajuste é o do temperamento igual.

Existem muitos equívocos que podem ser cometidos ao tentar afinar um violão. Por isso, vamos listar algumas observações importantes:

1) Não afinar o que não deve ser afinado

A escala do instrumento, a posição dos trastes no braço, foi dimensionada para ser uma escala temperada, num sistema de temperamento igual. Ou seja, exceto as oitavas, todos os demais intervalos devem ficar desafinados. Se você afinar perfeitamente uma terça, por exemplo, de acordo com os intervalos naturais, alguns dos outros intervalos vão ficar insuportáveis.

Ao tocar um acorde de Mi Maior, e tentar afinar a terceira corda para o Sol sustenido soar perfeitamente, isso vai geral maiores desafinações em outros acordes. A terça natural é 0,8% mais grave que a temperada. Ou seja, a terceira corda vai ficar mais grave do que deveria.

2) Usar apenas uma corda de referência

Uma outra consideração é que é necessário usar sempre uma mesma corda base para afinar as demais.

Por um motivo simples: não propagar o erro.

Digamos que você tome como base a sexta corda, e resolva afinar as outras. Para isso, usa aquele método famoso e muito difundido: apertar a 6ª corda na casa 5 e comparar com a 5ª corda. Depois, apertar a 5ª corda na casa 5 e comparar com a 4ª corda. Apertar a 4ª na casa 5 e comparar com a 3ª corda. A 3ª corda na casa 4 e comparar com a 2ª. E, finalmente, apertar a 2ª corda na casa 5 e comparar com a 1ª. Porém, esse método é altamente desaconselhado.

Ao afinar cada corda com base na anterior, você corre o risco de propagar qualquer erro cometido de uma corda para outra. E mesmo acumular erros a ponto de gerar uma grande desafinação no final.

O ideal é usar uma única corda de referência, e comparar todas as demais a ela. Vamos descrever dois métodos de afinação adequados, dentre diversos possíveis:

1º Método) - Afinar a 5ª corda, Lá, através de um diapasão, ou de alguma referência externa confiável.
Corda 6: afinar a 6ª corda (Mi grave) presa na casa 5, comparando com a 5ª corda solta.
Corda 4: afinar a 4ª corda solta, comparando com a 5ª corda presa na casa 5.
Corda 3: afinar a 3ª corda presa na casa 2, comparando com a 5ª corda solta (ou com o seu harmônico oitavado da casa 12).
Corda 2: afinar a 2ª corda solta, comparando com a 5ª corda presa na casa 2 (ou com o seu harmônico oitavado produzido na casa 14 mantendo a casa 2 apertada).
Corda 1: afinar a 1ª corda presa na casa 5, comparando com a 5ª corda solta (ou com o seu harmônico oitavado produzido na casa 5).

2º Método) - Afinar a Corda 1 presa na casa 5, através de um Lá de referência externa confiável.
Corda 2: afinar a 2ª corda pelo harmônico na casa 12, comparando com a 1ª corda presa na casa 7.
Corda 3: afinar a 3ª corda pelo harmônico na casa 12, comparando com a 1ª corda presa na casa 3.
Corda 4: afinar a 4ª corda pelo harmônico na casa 5, comparando com a 1ª corda presa na casa 10.
Corda 5: afinar a 5ª corda pelo harmônico na casa 5, comparando com a 1ª corda presa na casa 5.
Corda 6: afinar a 6ª corda pelo harmônico na casa 5, comparando com a 1ª corda solta.

Dessa forma, temos uma afinação teoricamente correta, usando uma única corda de referência. Além disso, são respeitados outros princípios importantes: utilizar somente harmônicos de oitava e nunca comparar duas cordas presas. Mas talvez ainda seja necessário fazer ajustes, devido à deformação das cordas.


3) Fazer ajustes devido à deformação das cordas (se necessário)

Teoricamente, afinando como explicado acima, teríamos os intervalos da escala temperada, todos imperfeitos em relação aos naturais, mas suportáveis, exceto o intervalo de oitava que é perfeito. Porém, mesmo usando todos esses conhecimentos, existe um fator de complicação a mais, que pode nos obrigar a fazer pequenos ajustes: a deformação que as cordas sofrem ao serem apertadas.

Essa deformação gera desvios muitas vezes imprevisíveis, e exige que sejam analisados caso a caso de acordo com a corda e o instrumento que se possui.

Reparem que, quando soltas, as cordas possuem comprimentos iguais, delimitados pela pestana e pelo rastilho do violão. Porém, ao apertarmos uma delas, a estamos esticando, tornando-a um pouquinho mais comprida. Algumas cordas, como a sexta, ficam a uma distância maior do braço do violão do que outras. E, quando apertadas, esticam mais.

A primeira corda sofre menos deformação que a sexta, por esse mesmo motivo. Mas, cada corda pode se comportar diferentemente na sua deformação também pelo fato de terem espessuras, afinações e composições diferentes.
As cordas do violão são de espessuras e materiais diferentes. Algumas têm cobre, outras somente nylon. Isso quando não se usa cordas de aço, carbono ou tripa. Mesmo os nylons podem ter composições químicas um pouco diferentes. E isso faz com que cada corda tenha um comportamento diferente ao ser apertada e consequentemente deformada.

A terceira corda (Sol), de nylon, é famosa por ser difícil de afinar. Se afinarmos a corda solta exatamente no Sol temperado, as notas em posições mais agudas nessa corda podem soar com afinação alta demais devido à deformação. Daí, pode-se solucionar isso abaixando um pouco a afinação da corda Sol. De certa forma, pra alguns acordes como o Mi Maior na primeira posição, isso também vai aliviar a diferença da terça Mi-Sol#, que é aguda demais na escala temperada. Mas pode prejudicar outros que precisem da corda Sol solta.

4) Não comparar duas cordas presas

Pelo problema da deformação, não é indicado comparar duas cordas presas. Ao prendermos uma corda ela já se deforma de forma imprevisível. Ao prendermos duas, temos um problema ainda maior. O ideal é usar sempre uma corda solta e uma presa. Se usarmos duas cordas soltas e afinar pelo ouvido, a nossa tendência vai ser sair dos intervalos temperados. Se usarmos duas cordas presas, temos o problema descrito acima. Ao usar uma corda solta e uma presa, restringimos o problema da deformação, e utilizamos as notas do sistema temperado.

5) Tomar cuidado com harmônicos

Afinar por harmônicos, encostando o dedo de leve em certas posições da corda e fazendo soar notas da sua série harmônica, é extremamente perigoso. Estariam sendo utilizadas notas do sistema natural de uma corda, para afinar um instrumento no sistema temperado, causando uma grande mistura. Cada corda gera uma série harmônica diferente, e esses harmônicos não servem de base de comparação pra afinar. A única exceção seriam os harmônicos de oitava, que podem ser utilizados sem problema, pois as oitavas do sistema temperado são exatamente iguais às oitavas naturais.

Não seria adequado usar o harmônico da sétima casa, por exemplo. Esse harmônico gera uma quinta que é 0,1% mais aguda que a quinta temperada. Assim, se afinamos comparando os harmônicos da quinta e sétima casa, o que é uma pratica comum, temos um resultado impreciso.

Porém, é necessário observar que alguns músicos, cientes desse fato, utilizam essa afinação por harmônicos e quintas, reduzindo posteriormente os intervalos a fim de compensar esses 0,1% e voltar à afinação temperada. Seria uma forma de usar somente cordas soltas, evitando o problema da deformação. Porém, para isso, necessita-se de um ouvido refinado, pois o ajuste é de somente 0,1%. É um procedimento muito delicado, portanto.

6) Não tentar eliminar todos os batimentos

Quando dois sons operam em freqüências iguais, ou múltiplas, eles soam muito bem juntos. Porém, se existir algum pequeno desvio na afinação, você poderá ouvir uma espécie de oscilação no som ao tocar as duas notas juntas. Como se fosse uma sirene bem suave. Essa oscilação é chamada de batimento. Quando se ouvem batimentos, é sinal de que as notas estão desafinadas entre si.

Os batimentos podem ser muito úteis, pois é mais fácil ouvi-los, em alguns casos, do que perceber a desafinação entre duas notas. Aí, eliminando o batimento, eliminamos a desafinação.

No caso do violão, devido à escala temperada, só se pode usar os batimentos quando está se comparando duas notas iguais, ou oitavadas, Se quisermos eliminar os batimentos de um intervalo de quinta, por exemplo, estaremos desafinando os outros intervalos.

Ou seja, em todos os intervalos, menos nos uníssonos e nas oitavas, vão, e devem, haver batimentos. Mas contente-se que pelo menos nenhum vai uivar como um lobo!

7) Saber usar afinadores eletrônicos

Usar um afinador eletrônico para afinar as 6 cordas soltas seria teoricamente ideal. O afinador já está regulado pela escala temperada, e garantiria uma afinação precisa. Porém, existem dois problemas:

- Se uma música tem uma característica especial de exigir certos intervalos, e não exigir outros, pode ser teoricamente possível ajustar a afinação de alguns intervalos em determinadas posições do braço do violão para soarem mais naturais. Aí, o afinador não ajuda e é necessário usar somente o ouvido.

- A deformação das cordas pode exigir que um pequeno ajuste seja feito a fim de alinhar a afinação de forma geral. Aí, o afinador pode servir de base, mas será necessário fazer esse ajuste pelo ouvido.

Ou seja, é preciso saber usar o afinador dentro das limitações que ele possui. E tenha consciência de que será necessário um ocasional ajuste de acordo com o que se deseja na afinação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Chegamos à conclusão de que é impossível afinar perfeitamente um violão. Em primeiro lugar, porque a escala temperada é uma escala com diversas desafinações na sua própria concepção.

Em segundo lugar, porque a deformação das cordas vai acabar fazendo algumas notas saírem do ajuste ideal, mesmo temperado. Alguns instrumentos são construídos com trastes, rastilhos e pestanas posicionados de forma a tentar compensar essa deformação, o que é uma grande ajuda, mas não conseguem eliminar completamente esse problema.

Em terceiro lugar, o próprio instrumento pode ter problema de afinação. Para conferir se existe esse problema, compare os harmônicos da casa 12 com as notas presas nessa mesma casa. Se existir uma diferença consistentemente presente em todas as cordas, é sinal de que a construção do instrumento não foi precisa, ou que o braço está empenado, torto.

Afinar é saber pesar beleza e utilidade. Muitas vezes, temos que abrir mão de um pouco da primeira em prol da última. Ou seja, concordar em desafinar e tornar menos belos alguns intervalos a fim de poder utilizar o instrumento em determinadas situações. É uma solução de compromisso, que exige mais do que máquinas para se resolver, mas necessita de ponderação, maturidade musical, um bom ouvido e saber o que se quer buscar como resultado sonoro em cada situação.

Para ver o artigo completo no fórum de violão erudito, ver outros tópicos do mesmo autor, esclarecer qualquer tipo de dúvida relacionada ao violão com alguns dos maiores destaques nacionais e internacionais do violão em concertos, lecionando em faculdades e fabricando instrumentos - Clique Aqui!


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Acessórios Úteis

por: Roberto Lazaro

LUVA DE PROTEÇÃO E APOIO

luva-violao.jpg

A LUVA oferece conforto e proteção, proporcionando:
• Maior leveza e velocidade na movimentação dos dedos;
• Melhor irrigação dos músculos;
• Menos tensão e cansaço no braço e na mão.

A LUVA foi desenvolvida para a proteção do antebraço do violonista contra a quina do violão. Posicionando o violão (postura clássica), o violonista normalmente exerce pressão com o antebraço direito sobre a quina formada pela junção do aro com o tampo do instrumento. Com isto a ação dos dedos fica inibida: os músculos não trabalham livremente e a circulação sanguínea é prejudicada.

Por isto, o uso da LUVA permite um melhor desempenho da mão direita do violonista, que alcança maior velocidade e segurança, obtendo também mais desenvoltura e facilidade nos deslocamentos da mão e do braço.

Em tentativas anteriores, se procurava resolver o problema da quina do violão construindo-se certos artefatos, que eram fixados na própria quina, a fim de deixá-la menos aguda. Daí resultava outros problemas: a) de ordem estética, devido à transmutação da aparência tradicional do instrumento e b) de estabilidade, devido ao uso de ventosas que podem soltar-se repentinamente durante uma execução.

Ao contrário disto, a LUVA distribui a pressão sobre quase toda a superfície interna do antebraço, eliminando completamente a pressão pontual sobre a quina. A LUVA é de fácil manuseio e pode ser usada despercebidamente por baixo da manga da camisa, se desejado.

Na medicina seu uso é altamente recomendado, pois:
• Impede a compressão de nervos digitais;
• Evita a formação de tecido caloso;
• Mantém a flexibilidade muscular;
• Ajuda na prevenção de tendinite, distonia focal e outras lesões osteomusculares.

As seguintes fotos mostram o braço com e sem a proteção da LUVA:

sem-luva-violao.gif

a)Sem a LUVA: a pressão localizada restringe a livre ação muscular, provocando tensão.

com-luva-violao1.gif

b)Com a LUVA: a pressão fica distribuída, permitindo o funcionamento normal dos músculos.

Para comprar o produto acima basta visitar o site do fabricante MATEPIS e fazer o seu pedido.

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ALMOFADINHA DE CONCERTO

almofada-violao.gif

A Almofadinha de Concerto da Matepis Produtos Musicais se baseia numa idéia do violonista
Uruguaio Abel Carlevaro, dada ao domínio público em sua “Escuela de la Guitarra”.

Para comprar o produto acima basta visitar o site do fabricante MATEPIS e fazer o seu pedido.


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Betacaroteno Fortalece as Unhas do Violonista

por: Roberto Lazaro

Unha

Segundo Andres Segóvia no docuentário Segóvia At Los Olivos (1967) existe a unha dura que é ideal, porém, é difícil de nascer com ela. Existe a unha macia que proporciona um timbre aveludado, porém, se quebra com facilidade.

Até mesmo a unha dura e forte necessita de nutrientes para o seu desenvolvimento, para fornecer estes nutrientes ao organismo através da dieta indicamos o betacaroteno que é uma substâncias que se converte em vitamina A no organismo. Pesquisas demonstraram que o betacaroteno desempenha um papel importante na prevenção de muitas doenças. É um antioxidante (neutraliza os radicais livres e, por isso, previne o envelhecimento), faz bem para os olhos (beneficia a visão noturna), aumenta a imunidade, dá elasticidade à pele, brilho aos cabelos, fortalece as unhas, e atua no metabolismo das gorduras.

O organismo só ira sintetizar o betacaroteno em vitamina A quando for necessário. As principais fontes de betacaroteno são: cenoura, abóbora, beterraba, mamão, manga e a batata doce. Em quantidades menores, pode ser encontrado nos vegetais folhosos como couve, repolho, espinafre, agrião e brócolos. A carência dessa vitamina provoca a cegueira noturna e a xeroftalmia (ressecamento da córnea), além da unha quebradiça, pele seca e escamosa.

A superdosagem não é perigosa; no entanto, pode aparecer uma coloração amarelada na pele, que desaparece com a redução do consumo. Betacaroteno é uma molécula capaz de se transformar em vitamina A no organismo sempre que ele precisar, entretanto o excesso da vitamina pode ser nocivo, enquanto o betacaroteno em si não faz mal algum. Existem no mercado vários suplementos vitamínicos contendo betacaroteno.


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Comunidade Violão Brasil

por: Roberto Lazaro

Música!Conhece algum músico que você gostaria de homenagear? Possui algum conhecimento sobre violão e gostaria de compartilhar com a gente? Vende produtos para violão? É integrante de algum banda e quer divulgá-la. Este é o seu espaço. Participe da nossa comunidade e colabore com a música!


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CONSONÂNCIA X DISSONÂNCIA

por: Roberto Lazaro

AFINAÇÃO TOTAL!

As notas la e mi são consonantes, ou seja, soam de forma agradável aos ouvidos.

Suas frequências são 440Hz e 660Hz, logo, existe uma razão (padrão identificável que se repete) entre elas.

660 = 440 x 1,5 - Através desta razão obtemos um espectro sonoro de padrão simétrico.

As notas la (440Hz) e la# (466Hz) são dissonates, pois, não é possível obter uma razão entre elas, desta forma ocorre um espectro sonoro de padrão assimétrico.

466 = 440 x 1,05909090909…. não ocorre um padrão identificável que se repita.

Leia mais sobre Consonância e Dissonância!


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Ritmo

por: Roberto Lazaro

Ritmos

Do grego Rhytmos - designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo faz parte das artes assim como da nossa vida.

Sentimos o ritmo na música e no poema. Nos submetemos á vários ritmos biológicos que estão sujeitas a evoluções como o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono e vigília dentre outros. Até mesmo para caminhar utilizamos um ritmo peculiar.

Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenõmeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado à música, à dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente à linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo.

Observe o que significa ritmo para alguns autores.

- Para Berge o ritmo é uma lei universal a que tudo submete.
- Dalcroze o caracteriza como princípio vital e movimento.
- Platão sistematiza o ritmo, colocando-o como definição de movimento ordenado.

A rítmica é uma ciência do ritmo que objetiva desenvolver e harmonizar as funções motoras e regrar os movimentos corporais no tempo e no espaço, aprimorando o ritmo.

Embasado-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer.

O ritmo é de grande importância para os professores de Educação Física, pois ele se reflete diretamente na formação básica e técnica, na criatividade e na educação de movimento.

O ritmo pode ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma série de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente) e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas na escola com diferentes atividades.

CONFIRA ABAIXO UMA BREVE HISTÓRIA DE ALGUNS RITMOS MUSICAIS

Batuque: Dança de origem africana, caracterizada por requebros, palmas e sapateados, acompanhados ou não de canto. Por extensão, nome de certos ritmos marcados por forte percussão.

Be Bop: É um tipo de Jazz sofisticado. Anos 40.

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A ÁGUIA E A GALINHA

por: Roberto Lazaro

Violonista

Esta recomendação de livro é para todos aqueles violonistas cujo potencial está latente. “Eu não sou violonista, sou iniciante ainda!”, mas para aprender tem que tocar? Então você é violonista segundo o Dicionário Aurélio onde violonista significa tocador de violão.

Trata-se de uma metáfora com a condição humana através da história de uma águia que tendo sido capturada por um camponês, era criada junto às galinhas.

Com o passar dos anos ela foi se acostumando a essa condição e se tornou uma galinha de verdade, até o dia que aparece um naturalista e a fez enxergar quem era ela.

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Nomenclatura didática para os dedos das mãos do violonista

por: Roberto Lazaro

Nomenclatura

Mão esquerda (ME)
P - Polegar
1 - Indicador
2 - Médio
3 - Anelar
4 – Mínimo

Mão direita (MD)
P - Polegar
I - Indicador
M - Médio
A – Anelar

O polegar posicionado de forma oposta aos outros dedos foi uma aquisição evolutiva extremamente importante, pois permitiu a utilização de instrumentos, com os quais podem mais facilmente defender-se e modificar o meio ambiente. (Edgar Morin, no seu “O Paradigma Perdido” se refere à dialética “pé - mão - cérebro”). Devido a este fenômeno é possível tocar violão!

A movimentação dos dedos ocorre através de tendões ligados em músculos no antebraço e outros pequenos músculos que ligam as falanges.

O polegar move-se ainda por ação dos músculos flexores e rotadores, que se encontram na palma da mão, ligados ao primeiro metacarpal. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Dedo - acesso em: 19/08/2007)


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